Publicado em janeiro 5, 2016
(Maria Chambers)
O que segue não é apenas eu falando a partir do meu eu anímico humano, é também a voz de muitos de nós no caminho da ascensão:
Eu sou o mestre da minha vida. Eu sou alguém que está na vanguarda deste movimento, deste processo de transformação. Eu sou alguém que passa por isso. Eu tenho orgulho de ser uma das poucas almas que fizeram desta a existência da iluminação incorporada. Eu tenho orgulho de ser a professora e sinalizadora do caminho da nova consciência. Posso parecer egoísta para os outros porque eu sou egoísta. E me orgulho disso também. Estou começando a me amar tanto que me preocupo acerca de como me sinto. Por quê? Porque o modo como eu me sinto é tudo. Como eu me sinto direciona as energias à minha disposição. Como eu me sinto cria as minhas realidades. Eu sou tão brilhante. Eu sou tão magnífica. Eu sou tão impressionante. Eu sou tão criativa.
Sim, as energias vestem minhas emoções, sinto a tristeza. O medo mora em meu plexo solar. Sinto os pensamentos neuróticos que desfilam pela minha mente e às vezes a minha cabeça dói. Eu sei, que, como humana, me sinto vulnerável. Sinto-me como vítima do meu corpo, das minhas emoções, do meu ambiente e das energias das outras pessoas. No entanto, são essas energias realmente minhas? São elas as minhas emoções? É este mesmo o meu corpo? Estou no processo de transformar este corpo em um que reflita minha verdadeira consciência. Os chamados problemas que estou enfrentando, em nível físico, estão apenas de passagem. Estão surgindo e querendo se libertar. Todas as energias querem voltar ao equilíbrio. Todas as energias estão aqui para me servir. Eu sou a alquimista. Eu me aproprio das energias, independentemente de onde elas se originem, e as movo, não com a minha vontade, mas com o meu amor. Movo e transmuto-as com minha aceitação e permissão. Continue lendo